Vale a pena assistir no Amazon Prime Video: As Aventuras de Gortimer Gibbon na Rua Normal
2014-2016 | 39 episódios, com uns 23 min. de duração | nota 10
Nas últimas semanas, duas séries excelentes me fizeram companhia: “As Leis de Lidia Poët“, que acrescentei à minha seleção de melhores séries de mistério, e “As Aventuras de Gortimer Gibbon na Rua Normal“, que coloquei na lista de melhores séries para crianças.
Embora esta última seja uma série mais voltada para o público infanto-juvenil, eu gostei TANTO de tudo nela (roteiro, atuações, trilha, TUDO), que indicaria para pessoas de qualquer faixa etária.
É uma produção da Amazon Studios que estimula nossa imaginação, com as aventuras cercadas de mágica e fantasia, mas que trata de temas universais, como amizade, amor, medo, coragem, empatia, autoconfiança, e tantos outros.
Cada um de seus 39 episódios (são três temporadas com 13 episódios curtos em cada) começa e termina com uma reflexão, um ensinamento, uma lição de vida. Algumas são clichês, sim, mas tão bem costuradas nos meandros da história, de forma tão convincente, que tornam-se nada menos que inspiradoras. Por isso, em vários momentos, me peguei aplaudindo ao final, exclamando frases como “Lindo!”.
Foi por isso que resolvi trazê-las aqui para o blog. Como eu disse, recomendo que todos assistam à série completa. Mas, mesmo quem não assistir, já pode aproveitar estas breves pérolas que separei e transcrevi a seguir:
1. Sobre o amor
“Segure com muita força, que o amor pode machucar. Feche seus olhos para o amor, e você ficará sozinho no escuro. (…) Dizem que o amor é cego, mas o verdadeiro perigo é ser cego para o amor.” (No episódio 1)
2. Sobre sorte, azar e o aleatório na vida
“O que é sorte, exatamente? É algo aleatório ou é destino? Nós merecemos a sorte que temos ou a sorte é um arqueiro cego? É tudo uma questão de acertar ou não? (…) Ainda teremos azar? De tempos em tempos, todo mundo tem. Mas, no fim das contas, não importa. Porque a sorte é o que você faz dela.” (No episódio 2)
3. Sobre motivação e obstinação
“Todos temos aquela voz dentro de nós. Às vezes ela te motiva, às vezes ela te diz verdades que você não quer ouvir. Mas às vezes é um robô que só fala besteira – que precisa ser explodido.” (No episódio 3)
4. Sobre ignorância, felicidade e lembranças
“Dizem que a ignorância é uma benção. E eles têm razão: se você não soubesse sobre coisas ruins – tristeza, dor, perda –, então você provavelmente seria bem feliz. Mas seria você mesmo? (…) Se você tiver sorte, você vai ter amigos que vão estar com você durante todos os momentos de que você não quer se lembrar. E durante todos os momentos que você não quer esquecer.” (No episódio 4)
5. Sobre sucesso e poder
“O sucesso é mais saboroso quando nos esforçamos por ele. E pra que ter poder se seus amigos de verdade não estão por perto para aproveitar com você?” (No episódio 6)
6. Sobre saber enfrentar os medos
“Ter medo de ter medo? Mas que perda de tempo! Pode ser assustador, mas, no fim, é mais fácil enfrentar o medo de frente. E a gente também dorme melhor.” (No episódio 7) e “As pessoas sempre zoam das crianças por elas terem medo do escuro. Ninguém tem medo do escuro. Elas têm medo do que a escuridão esconde. Quando você não consegue ver o que tem lá fora, sua mente preenche o vazio. E nenhum lugar é mais assustador que sua própria imaginação. (….) A escuridão é cheia de mistérios. Mas, desde que você tenha amigos ao seu lado, não devia ficar com medo do que pode encontrar. Seja um fantasma, uma maldição, ou até mesmo uma peça de um amigo – sempre há uma explicação.”(No episódio 8)
7. Sobre querer holofote (ou não)
“O holofote é uma coisa engraçada. Do escuro, a luz parece um alívio. Mas, assim que você fica debaixo do brilho, percebe que não há pra onde fugir. (…) Algumas pessoas são atraídas pelo holofote. Outras fogem dele. Eu acho que o truque é descobrir de quanta luz você precisa pra se sentir feliz.” (No episódio 11)
8. Sobre ser homem de verdade
“Afinal, o que significa ser um homem? Você ouve as pessoas dizendo ‘homens são corajosos, fortes, responsáveis’. Mas a minha mãe é tudo isso e ela é uma mulher, obviamente. Quantos homens eu realmente conheço?” (No episódio 12)
9. Sobre os tesouros escondidos da vida
“Às vezes a vida parece estar apontando pra direção errada. E o caminho à frente nem sempre é claro. Mas olhe com atenção: as pistas normalmente são fáceis de se ver. E, apesar do que encontrar nem sempre ser o que esperava, continue forme, porque você pode se deparar com o maior tesouro de todos.” (No episódio 12)
10. Sobre as aparências
“As roupas podem mudar sua aparência. O jeito com que as pessoas te tratam. Até mesmo o jeito que você se enxerga. Mas não importa o quanto você mude o lado de fora: você não deve deixar que isso mude seu interior. Porque, afinal, pras pessoas que importam, essa é a única parte que conta.” (No episódio 14)
11. Sobre manter os pés no chão
“Quando se tem estrelas nos olhos, é fácil tirar o olho da bola. No caso de você estar se subestimando ou dando um passo maior que a perna, confie nos seus amigos que te ajudam a ficar com os pés no chão. E você pode achar aquela fagulha que te ajuda a voar.” (No episódio 15)
12. Sobre perfeição e aceitar as diferenças
“Às vezes, na vida, queremos que as coisas aconteçam de um certo jeito. Nós nos preocupamos em achar o melhor visual, ou ter o sorriso perfeito, mas é mesmo possível alcançar a perfeição? (…) Todo mundo vê o mundo de um jeito diferente. E todo mundo tem uma ideia diferente do que torna algo bom, o que torna algo bonito, o que torna algo certo. Mas, quando conseguimos aceitar as diferenças dos outros e aprendemos a trabalhar juntos, então o resultado pode ser perfeito.” (No episódio 16)
13. Sobre as mudanças inevitáveis
“Na vida, a única coisa constante é a mudança. Sejam os lugares onde moramos, os planos que fazemos, ou as pessoas que conhecemos. As coisas nunca permanecem as mesmas. Mas isso não significa que temos que perder o que estava lá. Aqueles momentos – os bons, os ruins, os estranhos – fazem parte do crescimento. E eles nos tornam quem somos.” (No episódio 17)
14. Sobre não ser bom em tudo
“Dizem que Leonardo Da Vinci era o típico homem renascentista: era bom em tudo o que fazia. Mas será que isso era mesmo verdade? E se ele não soubesse soletrar ou cantasse mal? Talvez ele só conseguisse fazer cinco flexões. Por que as pessoas não deveriam ser ruins em pelo menos uma coisa?” (No episódio 18)
15. Sobre ter medo de decepcionar os outros
“Por que temos tanto medo de decepcionar as pessoas que amamos? Do que nós temos medo? Temos medo que essas pessoas não amem mais quem realmente somos? Quem sabe? Acho que o truque é enfrentar esse medo. E você pode acabar dando às pessoas que você ama uma chance de surpreendê-lo e apoiá-lo.” (No episódio 18)
16. Sobre as histórias que contamos e a História
“Eu tenho certeza que contamos histórias desde que a primeira fogueira foi inventada. Todos participamos da história. Alguns atuam, alguns escutam, todos a passam adiante. Algumas histórias são reais, muitas histórias são de faz-de-conta. Mas o que acontece quando não sabemos diferenciá-las? (…) Uma vez alguém disse: ‘Os que ignoram a História estão condenados a repeti-la’. Às vezes a história precisa de um segundo olhar. E, se você não tiver medo de balançar o barco, você mesmo pode acabar fazendo um pouco de história.” (No episódio 19)
17. Sobre dar tempo ao tempo, ter paciência para conseguir o que quer
“Às vezes é difícil esperar que as coisas sejam do jeito que você quer. Principalmente quando as coisas que você quer parecem estar um pouco fora do alcance. Então, o que podemos fazer? Bom, você pode tentar ter paciência. (…) Às vezes a vida é um pouco mais devagar do que você gostaria. Pode ser para se sentir confortável com alguém ou se sentir confortável consigo mesmo. As coisas levam tempo. Mas, enquanto você espera, pode descobrir que as coisas que você mais quer são as coisas que estão acontecendo agora mesmo.” (No episódio 20)
18. Sobre o mistério por trás das experiências
“O cérebro é um lugar estranho e misterioso. É onde tudo o que nós sabemos e tudo o que nós sentimos é encontrado lado a lado. Em alguns momentos, achamos que queremos saber tudo. Mas algumas coisas você não vai saber – até vivê-las.” (No episódio 21)
19. Sobre rótulos
“Faz parte da natureza humana rotular coisas, até mesmo pessoas. Rótulos são um jeito rápido e fácil de entender o mundo ao nosso redor. Mas eles descrevem a verdade ou eles a criam?” (No episódio 22)
20. Sobre ser honesto consigo mesmo
“Às vezes escondemos a verdade pra não arrumar encrenca. Às vezes esconder a verdade é justamente o que causa toda a encrenca. Ser honesto com você mesmo pode ser difícil. Mas, se quer saber, isso vale toda a encrenca do mundo.” (No episódio 22)
21. Sobre a importância de ser você mesmo
“Quando falamos das coisas do coração, as pessoas sempre dão o mesmo conselho: ‘Seja você mesmo’. A verdade é que às vezes é difícil ser você mesmo porque nós estamos sempre crescendo e mudando. E todos temos lados diferentes de nós mesmos. (…) ‘Seja você mesmo’. As pessoas nunca vão parar de dizer isso. O que elas não dizem é que, ao ser você mesmo, nem sempre vai conseguir o que quer. Aliás, às vezes te dá o oposto. Mas tem que ser assim.” (No episódio 23)
22. Sobre os dias que nos marcam para sempre
“A maioria dos dias é comum. Você acorda, faz o café da manhã, não pensa duas vezes sobre isso. Mas, às vezes, em um momento, um dia comum se torna um dia que você nunca vai esquecer.” (No episódio 24)
23. Sobre a morte de uma pessoa querida
“Inacreditável. Usamos essa palavra todos os dias pra descrever coisas que, na verdade, são só surpreendentes. Tipo como um teste foi difícil ou como um filme foi divertido. Mas às vezes acontece uma coisa na sua vida que sua mente não consegue processar. Que não faz sentido, e cada célula do seu corpo rejeita a verdade. Perder alguém tão importante pra você, isso realmente é inacreditável.” (No episódio 25)
24. Sobre o vínculo poderoso entre duas pessoas
“Dizem que, na vida, você precisa ver algumas coisas pra poder acreditar nelas. Coisas que nos surpreendem, nos divertem, tiram o nosso fôlego. Mas existem outras coisas, como o vínculo entre duas almas, em que precisa-se acreditar para se poder ver. São mais fortes do que um comentário impensado, mais fortes que uma discussão, mais fortes até do que a morte. Elas são indestrutíveis – e são pra sempre.” (No episódio 25)
25. Sobre o medo do desconhecido
“Quando crianças, costumávamos pensar que as coisas mais assustadoras sobre o escuro eram os monstros. Mas, quando crescemos – e aprendemos que monstros não existem –, o maior medo passa a ser o desconhecido.” (No episódio 26)
26. Sobre resoluções de ano novo e o potencial de cada um
“Véspera de ano novo. Uma época pra se pensar nos últimos doze meses. Pensar no que ganhamos, ou no que perdemos. Sobre relacionamentos que mudaram. Ou naqueles que sempre são iguais. É uma época pra se olhar pra frente e imaginar o que o próximo ano nos reserva. (…) Quando se trata de resoluções, tem uma que deve sempre vir primeiro: seja verdadeiro consigo mesmo. Pode ser usando sua força interior ou achando uma parte sua que sempre esteve lá. O que realmente importa é que, lá no fundo, você é capaz de muito mais do que imagina.” (No episódio 27)
27. Sobre jogos e recompensas
“Existem tantos jeitos de se ganhar um jogo quanto jogos pra se jogar. Você pode fazer mais pontos, ser o primeiro na linha de chegada, capturar um rei. Seja lá o jogo que você jogar, tenha certeza que a recompensa pela qual você batalha seja mesmo o que você quer.” (No episódio 28)
28. Sobre ver problemas de outras perspectivas
“Geralmente as pessoas não gostam de ser vistas como forasteiras. Mas, às vezes, ser um forasteiro é exatamente do que você precisa, pra ver um problema do lado de dentro. Com uma nova perspectiva, você pode abrir mão de velhos hábitos, e se lembrar das coisas – e das pessoas – que são mais importantes.” (No episódio 29)
29. Sobre sonhos e pesadelos
“Sonhos podem nos dizer muitas coisas. O que nós queremos, o que nos preocupa, do que sentimos falta. Mas um pesadelo nos diz uma coisa: ele nos diz qual é o nosso maior medo.” (No episódio 30)
30. Sobre a coragem de buscar a compreensão dos outros
“Nós queremos ser compreendidos. É algo que todos temos em comum. Assim como o medo de que outros não nos entendam. Mas e se nós tivermos a coragem de enfrentar esse medo e buscar ajuda? Nós podemos descobrir que não precisamos fazer as coisas sozinhos.” (No episódio 30)
31. Sobre os vários papéis que exercemos na vida
“‘O mundo inteiro é um palco e todos os homens e mulheres não passam de meros atores’. Às vezes nós usamos máscaras ou interpretamos papéis diferentes. Mas as pessoas que nos conhecem e mais nos amam sempre podem ver quem somos nós de verdade.” (No episódio 31)
32. Sobre saber dividir os fardos
“Alguns dias você acorda pesando leve e com um sorriso na cara. O mundo está à sua disposição. Mas também tem outro tipo. Os dias em que você nunca deveria ter saído da cama. E, nesses dias, as coisas podem ficar muito pesadas. (…) Quando se trata de fardos, todos nós carregamos os nossos. Mas isso não significa que temos que deixar eles nos abaterem. Amigos e família servem justamente pra ajudar a aliviar a carga. E, se você fizer isso, no final das contas vai descobrir que a vida não é tão pesada assim.” (No episódio 32)
33. Sobre querer fazer tudo pelos outros
“Faz parte da natureza humana querer tomar conta das pessoas ao nosso redor. Nós tentamos fazer de tudo pra que as vidas delas sejam mais completas. Mas não podemos fazer tudo. E, às vezes, quanto mais tentamos fazer, menos conseguimos realizar. (…) Às vezes nós achamos que o único jeito de mostrar nosso valor é fazendo as coisas pros outros. Mas, quando isso dá muito trabalho, lembre-se que as pessoas esperam que você seja você mesmo – e nada mais. Então pegue leve e aprecie as coisas que fazem você, bom, ser você.” (No episódio 33)
34. Sobre como ser grande
“O que torna alguém grande, realmente grande? E o que uma pessoa pode fazer pra entrar pros anais da historia? É alguma qualidade ou combinação de qualidades que determinam um legado? E ser lembrado é a mesma coisa que ser grande? (…) O que torna alguém grande não é o número de atividades ao lado da sua foto no anuário. A grandeza vem das escolhas que as pessoas fazem. Elas escolhem se inspirar e ser curiosas. Elas escolhem trabalhar duro e se desafiar. Elas escolhem apoiar e respeitar e amar as pessoas que estão ao seu redor.” (No episódio 34)
35. Sobre a impossibilidade de sermos heróis
“Não seria demais ser um super-herói? Enfrentar o inesperado sabendo que vai sair vitorioso no final? Me parece muito reconfortante. Infelizmente, no mundo real, isso não é possível.” (No episódio 35)
36. Sobre parceiros que nos acompanham na aventura da vida
“A vida de todos é uma história. E, na maioria das vezes, essas histórias são fáceis de acompanhar. Afinal, um dia não é muito diferente do próximo. Mas, às vezes, acontece alguma coisa. Que manda a ação pra uma nova direção. E isso pode ser assustador. Mas uma vez uma amiga me disse que é isso que torna a vida interessante. E, se você tiver um ou dois parceiros, a aventura pode ser muito mais interessante.” (No episódio 35)
37. Sobre as memórias que se apagam e os sentimentos que ficam
“Até os momentos mais preciosos da vida podem passar em um piscar de olhos. Nós podemos forçar, mas, às vezes, os detalhes vão se apagar até irem por completo. Mas, se nós tivermos muita sorte, os sentimentos que esses momentos criaram sempre vão ficar com a gente.” (No episódio 36)
38. Sobre não conseguir o que se quer
“Nem sempre conseguimos o que queremos. Então às vezes tentamos nos enganar e pensar que não queremos o que achamos que nunca conseguiremos. E tem aquelas vezes em que conseguimos o que queremos, só que não do jeito que queríamos.” (No episódio 37)
39. Sobre as mudanças e as marcas que deixamos
“Dizem que a cada fim também há um começo. A vida tá sempre mudando. Sempre evoluindo. O triunfo vem depois da derrota. A felicidade vem depois da tristeza. E por aí vai. Mas, de vez em quando, aparecem sentimentos que você gostaria de guardar pra sempre. E, às vezes, nesses momentos, você é lembrado de como a vida pode chacoalhar toda. (…) A única coisa que sabemos com certeza sobre a vida é que ela sempre muda. Assim que você acha que sabe onde está, o chão se move debaixo dos seus pés. E eu acho que o máximo que alguém pode desejar é amar plenamente e ser tocado pelas pessoas que nós conhecemos e pelos lugares por onde passamos nessa jornada. E saber que, mesmo se só estivermos de passagem, nós não somos esquecidos. Porque nós também deixamos uma marca inapagável.” (No episódio 38)
40. Sobre a história de vida que cada um de nós escreve
“O que acontece agora? Pra onde nós vamos? O que vai mudar? O que vai continuar igual? O que vou encontrar nesse novo mundo? Novas paixões, nova família, novos sentimentos, novas aventuras, novas surpresas, e até novas dores. Parece ser uma boa história, e todos que eu conheci e ainda vou conhecer vão ser personagens. E eu tive sorte de conhecer muitos personagens bons. Eu tou empolgado pro próximo capítulo, mas também tou com medo. Todos sabemos que coisas assustadoras podem acontecer. Como vamos enfrentá-las? Como vamos seguir adiante? Juntos, eu espero. E quem vai estar lá pra nos ajudar no caminho? Um velho piadista? Um novo amor? Um primeiro amor que se tornou uma eterna amiga? Ou uma melhor amiga que liga no meio da noite com uma notícia que vai mudar tudo em um instante? Nunca se sabe pra onde a história vai. Quando você acha que já entendeu tudo, e tudo o que você desejou está se tornando realidade, você encontra um obstáculo. Bem quando parece que os outros estão passando à sua frente. Mas obstáculos também podem te ajudar. Eles podem te forçar a ser criativo. E às vezes eles te fazem começar do começo. Isso também pode ser uma coisa boa. Eu acho que o importante é continuar a escrever a história. Não importa quão assustadora ou confusa. Não importa se ela te levar pra outro planeta ou te levar de volta pro seu quintal. Continue escrevendo. Porque esse é o único jeito que você vai conseguir um final feliz. Mas é claro: quando você tiver escrito o capítulo final, outra pessoa vai estar escrevendo o primeiro.”
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