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Cinco falácias sobre os preços da Petrobras

Texto escrito por José de Souza Castro:

Charge do Duke no jornal ‘O Tempo’ de 11.3.2022

 

Felipe Coutinho, vice-presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (Aepet), publicou no site da entidade artigo intitulado “Cinco falácias sobre o Preço Paritário de Importação (PPI) praticado pela direção da Petrobrás”

É uma resposta bem fundamentada ao que se escuta nas rádios e televisões brasileiras em má intencionada defesa dessa política de preços introduzida em 2016 pela empresa, quando ela era presidida por Pedro Parente.

Uma mentira que, de tanto repetida por políticos e pela imprensa em geral, mal informados, vai-se impondo aos brasileiros como se fosse uma verdade.

Charge do Duke no jornal ‘O Tempo’ de 4.3.2022

 

Escrevi aqui vários artigos sobre isso, uma pregação no deserto. Ainda não desisti, mesmo percebendo que estou a cansar aos que me leem.

Para não cansar ainda mais, limito-me a reproduzir abaixo a conclusão do artigo, sabendo que os que se interessarem poderão lê-lo na íntegra no site da Aepet:

“O Brasil tem capacidade de produzir e refinar o seu petróleo no país. Mas a política de preços tem promovido a importação de combustíveis e a exportação de petróleo cru. Cerca de 50% do petróleo cru produzido no Brasil tem sido exportado, em grande medida por multinacionais estrangeiras. Enquanto isso, até 30% do mercado de combustíveis tem sido ocupado por importados, na maior parte dos Estados Unidos, com ociosidade proporcional do parque de refino brasileiro.

Trata-se de um ciclo do tipo colonial, extrativo e primário exportador do petróleo cru do Brasil. Nenhum país se desenvolveu exportando petróleo cru por multinacionais estrangeiras e importando combustíveis e derivados de maior valor agregado, com o Brasil não será diferente.

Preços desnecessariamente altos, exportação crescente de petróleo cru, importação de derivados e ociosidade das refinarias brasileiras, são consequências do Preço Paritário de Importação (PPI), política de preços inédita e arbitrariamente adotada pelas direções da Petrobrás desde outubro de 2016. São decisões de responsabilidade do Presidente da República que podem e devem ser revertidas para o bem do Brasil.”

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Cristina Moreno de Castro Ver tudo

Mineira de Beagá, jornalista, blogueira, poeta, blueseira, atleticana, otimista, aprendendo a ser mãe. Redes: www.facebook.com/blogdakikacastro, twitter.com/kikacastro www.goodreads.com/kikacastro. Mais blog: http://www.otempo.com.br/blogs/19.180341 e http://www.brasilpost.com.br/cristina-moreno-de-castro

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