Foto: Aziz Acharki

 

Eu andando toda cabisbaixa e um “psiu” interrompe meus pensamentos:

— Alguém já te deu bom dia hoje? — pergunta um senhor jovial, apesar de aparentar ter uns 100 anos.

Respondo no automático um “não”, surpresa com a pergunta.

— E num dia lindo desses! — continua o velhinho sorridente — Tenha um BOM DIA!

Ele diz a expressão em maiúsculas assim mesmo, frisando pela entonação alegre da voz. Devolvo o bom dia e penso em como ainda existem pessoas bacanas no mundo.

E sigo meu rumo bem menos cabisbaixa agora, desejosa de distribuir cumprimentos a desconhecidos que cruzem meu caminho.

 

 


P.S. Adoro ouvir bom dia e adoro responder ao cumprimento! Costumo dizer que se uma porta criar vida e me desejar bom dia, responderei com alegria. Não entendo pessoas amargas que ouvem um bom dia ou boa tarde e passam reto, ignoram. Já trabalhei com várias assim. Que pena que existam.

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2 respostas a “O poder de um ‘bom dia’”

  1. BOA TARDE!
    Que coincidência, acabei de ler um artigo que me foi enviado por uma amiga distante, falando exatamente sobre a possibilidade de treinarmos bondade, ternura e compaixão. É um estudo de um neurocientista. Vale a pena você ler.
    http://www.revistaprosaversoearte.com/a base de um cerebro saudavel e a bondade e pode se treinar isso. Richard Davidson, PhD em neuropsicologia.
    Abraço,
    Simone

    1. Que legal, Simone, vou ler sim! Obrigada pela indicação. Beijos e BOA TARDE! <3

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