Hoje trago um poema do leitor Rúben Marques, 29, que vive em Alcanena, Portugal. Ele contou que acaba de lançar seu terceiro livro, “Quem somos quando ninguém nos vê?“, à venda na página da editora. Quem quiser acompanhar mais sobre o Rúben, pode seguir sua página no Instagram. Abaixo, uma amostra de sua poesia, escolhida… Continuar lendo ‘Águas da alma’, poema de Rúben Marques
Tag: poema
‘Um poema mudo’, por Leonardo Felipe
Já fazia um tempinho que eu não publicava aqui um conto ou poema enviado por leitor, né? O último, em setembro, foi o texto “Casquinha”, enviado pelo baiano Diego Nascimento. Hoje trago um poema do leitor Leonardo Felipe, 39, advogado de Vila Velha (ES). Ele contou que escreve desde 2008, e já tem centenas de… Continuar lendo ‘Um poema mudo’, por Leonardo Felipe
‘Tudo Vale’, por Keli Vasconcelos
Já falei sobre a Keli duas vezes aqui no blog: esta, em 2014 e esta, em 2015. Ela sempre me acompanhou na blogosfera, e também sempre dei uma espiada nos trabalhos diversos que ela me enviava vez por outra: textos, fotos, desenhos. Dias atrás ela me procurou para publicar um poema aqui no blog, na… Continuar lendo ‘Tudo Vale’, por Keli Vasconcelos
Breve poema para tempos de pandemia
– Por Cristina Moreno de Castro A pandemia acabou com a mania que eu tenho de abraçar. A quarentena faz valer a pena o difícil exercício de sonhar. (Quando foi que a vida virou um mero esquema de esperar passar?) Leia também: Mais poemas O que eu vou fazer quando… Continuar lendo Breve poema para tempos de pandemia
“Outras primaveras virão” (um poema de alento para tempos de coronavírus)
Texto escrito por Beto Trajano: Outras primaveras virão. Um dia as flores vão começar a brotar novamente. As plantas estão salvas, nas ruas, florestas e vasos, enquanto nós, seres humanos, estamos confinados dentro de casas, reunidos em uma jornada familiar, só com os moradores de cada quadrado. Na rua, os moradores sem… Continuar lendo “Outras primaveras virão” (um poema de alento para tempos de coronavírus)
Sobre o eterno (e quase impossível) equilíbrio da vida
A gente passa a vida inteira segurando uma bandeja bem escorregadia, cheia de taças raríssimas, do cristal mais fino e frágil, que, a qualquer deslize, caem no chão e se espatifam. E se quebram pra sempre, incoláveis. (Ou que até se colam, mas nunca ficam como antes.) Leia também: Mais divagações Mais poemas Quantos… Continuar lendo Sobre o eterno (e quase impossível) equilíbrio da vida