A hortinha, 8 meses depois

oito meses, falei para vocês que todo mundo deveria ter uma hortinha em casa e mostrei a minha, que estava apenas começando. Já enfrentamos morte sem causa aparente, pragas (muitas pragas, impressionante), mas também comemos muuuuuito manjericão, cebolinha, alho poró, salsinha e tomamos muito mojito com o hortelã, tudo nascido em casa. É um tipo de alegria indescritível você cuidar de uma horta e ver ela crescer, forte e feliz, e render frutos.

Hoje, pouco mais de um ano desde que começamos a cultivar a hortinha, ela está muito verde e bonita. Resolvi fazer umas fotos para mostrar para vocês a evolução impressionante das plantas desde o último post (clique em qualquer foto para ver todas em tamanho real):

 

Quer montar uma hortinha também? Não precisa de muito espaço. CLIQUE AQUI e veja as dez dicas para começar a sua 😉

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Todo mundo deveria ter uma horta em casa

Há cerca de cinco meses, quando me mudei para um apezinho mais ensolarado, resolvemos começar uma hortinha, um dos sonhos que eu sempre tive para meu lar. Compramos três vasos retangulares e nem tão profundos e plantamos sementinhas, daquelas de saquinho mesmo, que se acha até em supermercado de bairro.

Regamos diariamente, o sol bateu com generosidade, e logo começamos a ver as sementinhas brotarem. Era uma alegria a cada vez que percebíamos que uma delas tinha vingado:

Primeira a nascer: pimenta malagueta! Poucos dias depois de plantada.

Primeira a nascer: pimenta malagueta! Poucos dias depois de plantada.

Depois, em outro vaso que compramos mais tarde, nasceram o manjericão e vários pezinhos de cebolinha!

Depois, em outro vaso que compramos mais tarde, nasceram o manjericão e vários pezinhos de cebolinha!

No vasinho vermelho, hortelã e, no preto, tomatinho!

No vasinho vermelho, hortelã e, no preto, tomatinho!

É como cuidar de um filho (ou um Tamagoshi, rs): a gente tem que dar água todos os dias, acompanhar o crescimento e, se algo der errado, tentar salvar. Nem sempre foi possível: a pimenta e o coentro, primeiros a pegar, também foram os primeiros a morrer, e nunca entendemos por quê. A salsinha, o alecrim e o alho-poró nunca pegaram. Mas o hortelã, que quase morreu no vasinho vermelho acima, conseguiu ser salvo quando o transplantamos para um vaso maior. E o manjericão hoje dá em tanta quantidade, que usamos praticamente todos os dias na salada e chegamos a fazer molho pesto com ele:

salada

Hoje já temos, em um espaço pequeno: dois tipos de manjericão, cebolinha, pimenta (começando a renascer), hortelã, um pezinho de limão, um vaso médio com pé de jabuticaba (que já ganhamos numa idade já produtiva) e um pezinho de tomatinho-uva, que cresceu velozmente e já deu seu primeiro fruto nesta semana!

Quando vimos o tomatinho nascer, foi a maior alegria! Ele virou uma bolinha do tamanho de uma uva e, em uma semana, já ficou maduro. Ontem partimos ele ao meio e experimentamos o primeiro tomate sem agrotóxico da nossa vida 😀

tomatim1tomatim2Também plantamos um vaso só com flores, que já está todo colorido.

***

Recomendo a todos que tenham uma hortinha em casa ou na área do apartamento. Além de ser uma delícia colher os ingredientes do tempero ou da salada direto de casa, na hora que quiser, ainda é um processo muito terapêutico e que traz muitas alegrias. Não requer um super espaço; muito mais importante é haver sol e o empenho de regar todos os dias (às vezes até duas vezes por dia, em épocas de muito calor). O mais legal é ver como as plantas são espertas e conseguem crescer, do “nada”, em tão pouco tempo!

Fiz abaixo, em 11 segundos, um vídeo a partir de 36 fotos de três vasos logo que foram plantados, nas primeiras semanas. Por ele, vocês conseguem ver como o crescimento é rápido e visível de um dia para o outro (recomendo que assistam em tela cheia, para verem bem). Tem coisa melhor do que ver algo crescer ao seu redor e dar resultados de forma tão eficiente? 😉

Que tal começar sua hortinha agora mesmo? Depois conte como foi o resultado!