Resenhas dos indicados ao Oscar 2015

Oscar Escrevo este post no dia 15, quinta-feira, minutos depois de a academia divulgar os indicados ao Oscar 2015. A esta altura, quando o post entra no ar, vocês já estão carecas de saber quem está no páreo. Mas é que a intenção do blog não é dar a notícia em primeira mão, mas tentar agregar um olhar diferente a ela, certo? Por isso, eu peguei os indicados ao Oscar e fiz uma listinha dos filmes, dentre todos os que concorrem, que quero ver (tirei principalmente algumas animações, curtas e documentários, inclusive o brasileiro “Sal da Terra”). E me proponho a assistir a todos eles e escrever uma resenha, como fiz no ano passado. À medida que as resenhas forem ficando prontas, vou acrescentando o link delas a este post. Assim, este aqui será nossa âncora e referência para tudo o que for dito a respeito do Oscar 2015 no blog desta cinéfila que vos fala. Tenho até 21 de fevereiro, véspera da cerimônia de premiação, para completar o desafio de ver mais 13 filmes. Se eu conseguir ver ainda outros indicados além destes 13, acrescento aqui também. Vamos à lista (cada link leva à resenha com mais detalhes do filme):

  1. Birdman (concorre a melhor filme, ator, ator coadjuvante, atriz coadjuvante, fotografia, direção, edição de som, mixagem de som e roteiro original)
  2. O Jogo da Imitação (concorre a melhor filme, ator, atriz coadjuvante, direção, edição, música, direção de arte e roteiro adaptado)
  3. O Grande Hotel Budapeste (concorre a melhor filme, fotografia, figurino, direção, edição, maquiagem, música, direção de arte e roteiro original)
  4. A Teoria de Tudo (concorre a melhor filme, ator, atriz, música e roteiro adaptado)
  5. Whiplash (concorre a melhor filme, ator coadjuvante, edição, mixagem de som e roteiro adaptado)
  6. Selma (concorre a melhor filme e música)
  7. O Abutre (melhor roteiro original)
  8. Sniper Americano (concorre a melhor filme, ator, edição, edição de som, mixagem de som e roteiro adaptado)
  9. Foxcatcher (concorre a melhor ator, ator coadjuvante, direção, maquiagem e roteiro original)
  10. Vício Inerente (melhor roteiro e figurino)
  11. Livre (melhor atriz e atriz coadjuvante)
  12. Para Sempre Alice (melhor atriz)
  13. Interstellar (melhor música, direção de arte, edição de som, mixagem de som e efeitos visuais)
  14. Boyhood (concorre a melhor filme, ator coadjuvante, atriz coadjuvante, direção, edição e roteiro original)
  15. Garota Exemplar (concorre a melhor atriz)
  16. O Juiz (melhor ator coadjuvante)
  17. Relatos Selvagens (melhor filme estrangeiro)

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O desafio dos 60 melhores livros

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Corre uma modinha no meu Facebook: os amigos se desafiam a listar os dez livros que acharam mais marcantes na vida. Eu já fui desafiada mil vezes, mas sempre deixei pra lá, porque acho impossível listar os dez mais. Mas ontem resolvi me animar com essa lista. Fui triando, triando, até chegar ao mínimo que consegui, deixando muitos bons de fora: 60 livros que me marcaram. Escolhi de acordo com o impacto que tive ao ler o livro na idade que eu tinha, inclusive aqueles livros que li quando criança (comecei a anotar aos 12 anos). Vou separar por faixa etária para facilitar:

12 a 14 anos:

  1. A Ilha do Tesouro, Stevenson
  2. O Escaravelho do Diabo, Lúcia Machado de Almeida
  3. Viagens de Gulliver, Jonathan Swift
  4. Conto de Natal, Charles Dickens
  5. O Caso dos Dez Negrinhos, Agatha Christie
  6. O Meu Pé de Laranja Lima, José Mauro de Vasconcelos
  7. A Droga da Obediência, Pedro Bandeira
  8. A Volta ao Mundo em 80 Dias, Júlio Verne
  9. Milagre na Rua 34, Valentine Dabies
  10. O Menino do Dedo Verde, Maurice Druon
  11. O Homem que Calculava, Malba Tahan
  12. O Cão dos Baskerville, Conan Doyle
  13. Viagem à Aurora do Mundo, Érico Veríssimo
  14. Capitães de Areia, Jorge Amado
  15. O Jardim da Meia-Noite, Phillipa Pearce

15 a 18 anos:

  1. A Rua das Ilusões Perdidas, Steinbeck
  2. O Mundo de Sofia, Jostein Gaarder
  3. Harry Potter (série), J. K. Rowling
  4. The Moonstone, Wilkie Collins
  5. Einstein’s Dreams, Alan Lightman
  6. O desatino da Rapaziada, Humberto Werneck
  7. Foundation (trilogia), Isaac Asimov
  8. Mãe, Gorki
  9. Vidas Secas, Graciliano Ramos
  10. Alguma Poesia, Dru-dru
  11. História da Riqueza do Homem, Leo Huberman
  12. O Senhor dos Anéis, Tolkien
  13. O Físico, Noah Gordon
  14. 10 Dias que Abalaram o Mundo, John Reed
  15. Crime e Castigo, Dostoievski

19 a 22 anos:

  1. Cem anos de Solidão, Gabriel García Márquez
  2. O Mundo Assombrado Pelos Demônios, Carl Sagan
  3. 1984, George Orwell
  4. Notas do Subterrâneo, Dostoievski
  5. O Amor nos Tempos do Cólera, Gabo
  6. Mate-me por favor, Legs McNeil e Gillian McCain
  7. A Mulher do Próximo, Gay Talese
  8. Berlim Alexanderplatz, Alfred Döblin
  9. Nada de Novo no Front, Erich Maria Remarque
  10. O Encontro Marcado, Fernando Sabino
  11. Ratos e Homens, Steinbeck
  12. Travessuras da Menina Má, Mario Vargas Llosa
  13. Madame Bovary, Flaubert
  14. On The Road, Jack Kerouac
  15. Servidão Humana, Somerset Maughan

23 a 29 anos:

  1. A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera
  2. O Inverno da Nossa Desesperança, Steinbeck
  3. Maus, Art Spiegelman
  4. Ostra Feliz Não Faz Pérola, Rubem Alves
  5. Cidade de Ladrões, David Benioff
  6. Logicomix, Apostolos Doxiadis e Christos Papadimitriou
  7. Blues, Robert Crumb
  8. My Stroke of Insight, Jill Bolte Taylor
  9. Festa no Covil, Juan Pablo Villalobos
  10. Dois Rios, Tatiana Salem Levy
  11. A Vida como ela é…, Nelson Rodrigues
  12. Toda Poesia, Paulo Leminski
  13. Holocausto Brasileiro, Daniela Arbex
  14. Leite Derramado, Chico Buarque
  15. A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, Joël Dicker

Agora desafio vocês a listarem seus livros mais marcantes — e não precisa ser só dez! 😉

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Vamos comemorar nossas pequenas proezas

Descobri nesta semana, por meio do blog da Alice, a arte de Beth Evans, cujo tumblr já até assinei para sempre receber.

Ela postou na semana passada a terceira parte de sua série “Everyday Awards” (prêmios do dia-a-dia), que é de uma delicadeza maravilhosa. Republico abaixo as três partes da série, para que a gente também se esforce para premiar nossas pequenas proezas do dia a dia, que já são tão importantes quanto as proezas gigantes:

proeza1

proeza2 proeza3A própria Beth Evans sugere transformar as medalhinhas em ímãs de geladeira. Quem sabe não faço isso e acrescento à minha coleção, né? 😉