Das vantagens de se fazer um chá-de-fraldas antes de o bebê chegar

Fotos: Shutterstock

Não fiz festa de 15 anos, não fiz chá de panela quando fui morar sozinha, não fiz festa de noivado, não fiz festa de casamento, não fiz chá de revelação.

Enfim, como dá para perceber, não sou lá muito ligada a esses rituais festivos da sociedade moderna.

Mas uma coisa que a gente fez eu recomendo fortemente a todas as amigas grávidas que conheço: chá de fraldas!

Bom, na verdade não teve nada de chá. Inspirada na amiga Paola, chamei os familiares e amigos para tomarem uma cerveja gelada na noite mais quente do ano de 2015, em outubro, num bar do bairro Santa Efigênia, em Beagá. Eu, gravidíssima de oito meses, só fiquei no suco e na água. Mas todo mundo se reuniu, num segundo andar bem refrescado pelo ar condicionado, sem TV barulhenta, sem música ao vivo, só no bom e velho papo. Para não dizer que não paguei nenhum agrado aos convidados, comprei duas centenas de docinhos gostosos, que ficaram dispostos na mesa, sem qualquer decoração especial.

Foi uma noite deliciosa! Recebi amigos e parentes de várias turminhas diferentes, gente que estudou comigo há séculos, gente que trabalhou comigo desde o primeiro emprego, as reuniões das famílias minha e do marido. Todo mundo levou um pacote de fraldas, e elas foram formando uma montanha em cima de uma das mesas do salão. A prosa boa durou até depois de 1h da madrugada…

No dia seguinte, depois de descer com todos os pacotes de fraldas que estavam distribuídos em dois carros, lotamos três portas de armário, lá em casa e na casa dos meus pais. Fiz uma conta rápida e simplificada e cheguei à conclusão de que todos aqueles pacotes nos economizariam no mínimo R$ 3.000.  Continuar lendo

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