O dia em que paguei R$ 2 pela fé no ser humano

Com sede, num calor de 37 graus informados pelo termômetro de rua, retirei meus últimos R$ 2 da carteira e os coloquei naquele espaço do carro, entre os dois bancos da frente, de onde poderia retirar rapidamente para estender ao primeiro vendedor ambulante de garrafinhas d’água que me aparecesse no semáforo. Sem sorte, não vi… Continuar lendo O dia em que paguei R$ 2 pela fé no ser humano

Avalie isto: