‘Fragilidade’, de Cecília Meireles

Teu nome nas águas
tão fundas, tão grandes,

perde-se na espuma,
castelo de instantes.

No aço azul da noite
teu firme retrato

acorda entre nuvens
já desbaratado.

A sorte da pedra
é tornar-se areia:

Mas quem não soluça
pensando em teu rosto

reduzido a poeira…


CLIQUE AQUI e leia os outros poemas de Cecília Meireles que a blogueira selecionou em sua “antologia” particular 😉

faceblogttblogPague com PagSeguro - é rápido, grátis e seguro!

Anúncios