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Descoberta musical da semana: o EP ‘Pré-Jogo’, da banda mineira Ginge

A capa de “Pré-Jogo”, da banda Ginge.

Fazia um tempão que eu não dava dicas de músicas aqui no blog. Na verdade, o blog anda bem abandonado durante esta pandemia, não é mesmo? Já falei o motivo aqui antes e repito agora: tenho trabalhado como nunca e, nos momentos de folga, prefiro brincar com o Luiz a ligar o computador mais uma vez em casa.

Mas hoje aproveitei que o sono não me abateu antes das 22h, como tem sido cada dia mais comum, e vim dar um pulo aqui para divulgar uma banda de Beagá que conheci nesta semana.

É o quarteto Ginge.

Eu já trabalhei com o guitarrista da banda, o Fernando Motta, quando ele ainda adotava um nome mais completo e estava nas Redações, fazendo reportagens sobre os crimes que tinham ocorrido na madrugada. Foi só quando ele decidiu pedir demissão para mergulhar de vez na guitarra que fiquei sabendo que, além de jornalista, ele era um artista com grande reconhecimento no cenário indie belo-horizontino.

Os outros membros da Ginge são todos também da cena do rock alternativo, mas eu não conheço nenhum deles (talvez porque eu tenha deixado de ser alternativa há anos). São eles: Vitor Brauer (bateria), Bruna Viela (guitarra) e Marcela Lopes (baixo).

Todos também cantam e, no EP “Pré-jogo”, que acabam de lançar, não fazem nada de tão alternativo assim, mas sim um pop rock animado e cheio de ritmo, com letras descoladinhas que dizem, por exemplo:

“Correndo pela cidade
Eu lembro que pensei
Que merda, lá vou eu me apaixonar”.

Logo antes de disparar: “Qualquer um pode tocar um jazz”.

A mais legal é a faixa que abre o disco, “Kaft Kapum”, com o vocal de Bruna Vilela, e as outras vozes em coro, me remetendo a uma mistura de Beach Boys com She & Him com Smashing Pumpkins. A letra é bem anos 2020:

“Discuta tudo o que puder (Dourado ou azul)
Dê like em nada se quiser (Porque você é “cool”)
Ninguém nem nunca vai saber
Ninguém nem quer saber por quê”

Bom, vou deixar que vocês escutem agora e cheguem a suas próprias conclusões. Ah sim, todas as faixas têm clipes, e eles tão bem legais também, me deram uma nostalgia dos anos 90, de quando a MTV ainda era o que já foi um dia.

Aí estão, para ver e ouvir (você pode escolher a faixa no cantinho superior direito ou deixar rolar as quatro músicas na ordem):

Ah, só mais uma coisa antes de fechar o post. A Ginge faz parte de um coletivo, ou movimento artístico mineiro, chamado Geração Perdida. E encerro este post dizendo que não sei nada mesmo do que está acontecendo no cenário musical de BH hoje em dia, porque eu nunca tinha ouvido falar no coletivo tampouco, que tem dezenas de integrantes. O bom é que sempre é tempo de conhecer coisas novas, né mesmo? 😉

 


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Cristina Moreno de Castro Ver tudo

Mineira de Beagá, jornalista, blogueira, poeta, blueseira, atleticana, otimista, aprendendo a ser mãe. Redes: www.facebook.com/blogdakikacastro, twitter.com/kikacastro www.goodreads.com/kikacastro. Mais blog: http://www.otempo.com.br/blogs/19.180341 e http://www.brasilpost.com.br/cristina-moreno-de-castro

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