
Luiz teve um negócio chamado miosite, recentemente. É uma inflamação nos músculos que, no caso dele, atingiu as pernas e foi causada pelo vírus da gripe. Ele sentia tanta dor que não conseguia nem ficar de pé. Não conseguia andar. Foi muito angustiante.
Levei-o ao pronto-atendimento numa manhã de domingo, e o médico de plantão foi muito bom, identificou o problema rapidinho, mas pediu para o Luiz fazer exame de sangue para confirmar se o problema tinha sido mesmo causado por influenza.
Por causa da demora para sair o resultado, Luiz e eu ficamos muitas horas na sala de espera do hospital, tendo que inventar coisas para passar o tempo. Não havia nenhum brinquedo nem nada para ajudar a amenizar aquele ambiente de espera. Jogamos “pedra, papel e tesoura”, brincamos de massinha, comemos chips etc.
No dia seguinte, já livre das dores, Luiz pediu para brincarmos de médicos.
Arrumou as cadeiras, enfileiradas, e colocou vários bichinho de pelúcia nelas. “São brinquedos, para as crianças brincarem enquanto esperam”, explicou.
Perguntei se aquela era a sala do médico e ele disse:
– Não, mamãe, esta é a “sala de esperança“.
…
Achei o nome muito apropriado! 😀
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