
A Polícia Militar do Estado de São Paulo agora virou um serviço de vigilância particular de shopping.
Agride adolescentes que não fazem nenhum ato ilícito e nem portam nenhuma arma, em vez de cuidar de bandidos de verdade.
Faz isso à luz do dia, em público, de frente pra imprensa (com o aval do Judiciário, que não deve ter nada mais importante pra fazer do que cuidar de “rolezinho”).
Tive que abordar o assunto de novo, porque neste fim de semana vimos até bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha sendo usados contra os jovens da periferia que marcaram de se encontrar em um shopping paulistano. Rolou até cassetete.
O melhor depoimento que li foi o de Vanessa Barbara, na “Folha de S.Paulo” de hoje. Como diz ela, imagine o que a PM pode fazer quando ninguém está olhando. Leiam AQUI.
Leia também:





Deixe uma resposta