A principal dúvida que eu trouxe a este blog nos últimos dias – Marina Silva vai assumir a candidatura à presidência da República pelo PSB, no lugar de Eduardo Campos? – foi finalmente respondida neste sábado. Não oficialmente, porque o nome de Marina só será oficializado na próxima quarta-feira (16), mas graças a bastidores coletados por repórteres da “Folha de S.Paulo”, que geraram a manchete deste sábado. A reportagem do jornal paulista pode ser lida AQUI.
Superada esta dúvida, surgem as outras, que geraram meu post com os “chutes” sobre o cenário político atual. Com Marina no páreo, quem ganha e quem perde? Eu apostei que a candidata tiraria mais votos de Aécio que de Dilma, como pode ser lido AQUI. Mas o leitor Alex Sousa fez uma leitura diferente, com uma análise muito boa, que conclui exatamente o oposto que eu concluí.
Diz ele: “Marina é de esquerda, com o fraco desempenho de Dilma , os votos de indecisos de esquerda e de lulistas decepcionados vão para Marina, que tem feições Nordestinas. O eleitor do NE pode se ver nela. Os eleitor jovem migra pra Marina. Só os petistas ficam com Dilma. Marina leva a eleição para o segundo turno , mas por falta de densidade política (é samba de uma nota só) pode não chegar lá.”
Se já é cedo para apostar em quem vai ganhar ou perder mais com o novo fator Marina, é ainda mais cedo para pensar em quem irá ao segundo turno. Mesmo achando que Marina vai tirar muitos votos de Aécio, tenho dúvidas se seriam tantos a pontos de ultrapassá-lo.
Por isso, sigamos com nossos chutes e nossa expectativa. Ainda há muitos lances nesse tabuleiro de xadrez, mas pelo menos agora conhecemos todos os bispos e cavalos que estarão na partida. O fim da indefinição já é um alívio para todos os brasileiros, penso eu.
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