
É trágico, digno de um filme, o modo como o cineasta Eduardo Coutinho, 80, morreu – se a versão policial estiver correta, e seu filho, que seria esquizofrênico, tiver assassinado o pai a facadas, ferido a mãe e depois tentado se matar. A mãe se trancando no banheiro para ligar para outro filho e pedir ajuda. E todas essas pequenas lacunas que ainda carecem de investigação e confirmação na Justiça. Um drama familiar muito triste.
Para nós todos, Coutinho era só um dos documentaristas mais brilhantes do país. E de repente se viu personagem de uma crônica policial. Quem há de entender as famílias?
Pensei em escrever este post com a cabeça ainda cheia de caraminholas. Esfriou. Deixo aqui apenas algumas produções importantes de Coutinho, que achei na íntegra no YouTube, para que sua obra seja conhecida por mais pessoas.
Bom proveito:
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