- Texto escrito por Cristina Moreno de Castro
No meu último post, lembrei de dois joguinhos que me proporcionaram muita alegria na minha infância: o Prehistorik 2 (de 1993!) e o Where in the World is Carmen Sandiego? (que eu jogava lá pelo ano 2000).

Lembro de também ter jogado muito Tetris, Campo Minado, Paciência (joguinhos que vinham no Windows), Fórmula 1 e Doom quando mais nova, mas nunca me tornei uma “gamer”, nunca tive um Nintendo ou um Playstation. Sempre gostei mais de jogos de tabuleiro.
Hoje em dia eu adoro um tipo bem específico de joguinhos, que tomam mais ou menos 15 minutos do meu dia e acho que são um belíssimo estímulo cerebral.
(Não, não estou falando de joguinhos de apostas, Tigrinho e afins. ODEIO essas coisas tenebrosas que estão fazendo os brasileiros empobrecerem e adoecerem. Pra mim, TODAS as casas de apostas, regulares ou não, tinham que ser banidas do Brasil pra sempre. Porque fazem mal pra economia e pra saúde pública. Ponto. Mas como proibir as bets, agora que patrocinam todos os veículos de mídia, times de futebol e congressistas do país? Inclusive a badalada CazéTV vive de bets, mas ninguém nem fala disso…)
Já falei de um deles aqui: o Termo, que jogo desde 2022. O portal g1 criou um similar a ele, chamado Dito, que tem a desvantagem de só ter a versão com uma palavra (o Termo tem com duas e quatro simultâneas também). Outros joguinhos legais no próprio g1 são o Combinado e as Palavras Cruzadas.
E também tem cinco joguinhos no LinkedIn que eu adoro: Queens, Tango, Sudoku, Zip e Patches. Cada um deles traz um estímulo cerebral completamente diferente do outro.
Eles são verdadeiros exercícios cognitivos, que ajudam a fortalecer a memória, o foco, o raciocínio lógico e a velocidade de pensamento. Dizem que previne até doenças como o Alzheimer. E no LinkedIn ainda tem a “graça” extra de mostrar o desempenho dos seus amigos no mesmo jogo.

O mais interessante em todos esses joguinhos (Termo, g1 e LinkedIn) é que eles só podem ser jogados uma vez a cada 24 horas. Depois de jogado, acabou, não tem rodadas infinitas.
Por isso que eu disse que só gasto cerca de 15 minutos por dia: cada jogo é rapidinho, a maioria a gente resolve em coisa de SEGUNDOS, então não tem como perder muito tempo com eles. Na última terça (23), por exemplo, levei um total de 2 minutos e 5 segundos para jogar estes cinco jogos:





Se você quiser abrir um pequeno espaço ao lúdico na sua vida, relembrando uma das utilidades mais divertidas dos dispositivos de telas (inclusive abordadas pelo Toy Story 5), e sem perder nem muito tempo nem qualquer centavo com eles, ficam aí essas sugestões de joguinhos 😉
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