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Felipe Malzac, o Bruce Lee, 25 anos depois

Conversei com o Felipe Malzac e ele contou o que fez nos últimos 25 anos, desde o lançamento do filme “Menino Maluquinho”, e relembrou a época das gravações. Leia abaixo (e CLIQUE AQUI se quiser ler sobre os outros personagens).

Felipe Malzac, que fez o Bruce Lee, em cena do filme lançado em 1995 e hoje.

1. Hoje você mora em qual cidade? Está com quantos anos?

Hoje eu continuo morando em Belo Horizonte e estou com 35 anos.

2. Nesses 25 anos você chegou a trabalhar como ator em algum outro momento? E hoje trabalha com quê? Conte um pouquinho da sua jornada profissional.

Após a participação no filme cheguei a participar de uma ou duas propagandas para o governo, mas não dei continuidade. Hoje estou estudando para concurso público, mais especificamente para Psicólogo do CRAS. Depois da escola eu cheguei a iniciar o curso de Ciência da Computação, mas não levei adiante, acabei posteriormente conhecendo o Poker e joguei profissionalmente por alguns anos, mas após a “Black Friday” – em abril de 2011, e o fechamento de vários sites de poker, acabei dando início ao curso de Psicologia e me apaixonei pela área, tentei a área clínica por um tempo após me formar e hoje procuro direcionar meus estudos para tentar me tornar servidor público.

3. E como anda a vida pessoal? Já é casado? Tem filhos? O que aconteceu de mais marcante nos últimos 25 anos? E nos últimos 5, desde a última vez que nos falamos?

A vida pessoal, dentro do possível, vai bem, apesar da pandemia e do meme do CQC que assumiu a presidência. Sou solteiro, sem filhos, e o que aconteceu de mais marcante nos últimos 25 anos se deu justamente nos últimos 5 (anos), conhecendo a Umbanda, a Ayahuasca e a Magia Divina, mudando diversos paradigmas e minha forma de perceber o mundo.

4. O que achou de ter participado do filme na época, quando criança, e hoje, já adulto, 25 anos depois? Que mensagem gostaria de deixar sobre o filme neste aniversário de 25 anos?

Na época eu não conseguia dimensionar o que era participar de um filme com tamanha importância para o cinema nacional, as gravações eram um grande barato e me diverti bastante tanto na interação com aquela molecada toda quanto nos eventos de divulgação, era tudo uma grande brincadeira. Hoje fica a memória daquele momento, vez ou outra ainda assisto o filme novamente e acho um barato ter esta forma de recordar um período tão divertido da infância. Meu recado sobre os 25 anos do filme é que a vida deve ser vivida intensamente, assim como é retratada a vida do menino maluquinho, aproveitando ao máximo o aqui-e-agora.

 

CLIQUE AQUI para ler sobre os outros personagens.

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