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Carolina Galvão, a Carol, 25 anos depois

Conversei com a Carolina Galvã0 e ela contou o que fez nos últimos 25 anos, desde o lançamento do filme “Menino Maluquinho”, e relembrou a época das gravações. Leia abaixo (e CLIQUE AQUI se quiser ler sobre os outros personagens).

Carolina Galvão, que fez o Menino Maluquinho, em cena do filme lançado em 1995 e hoje.

1. Hoje você mora em qual cidade? Está com quantos anos?

Mineira de Belo Horizonte, mas há 9 anos moro em SP, tenho 35 anos de pura felicidade, mas isso não significa que não houve erros, decepções e tristezas na trajetória. Descobri que o conceito de felicidade é individual e subjetivo, logo, escolho viver a felicidade todos os dias, e um dia de cada vez! E que não devemos fazer depender a nossa felicidade daquilo que não depende da gente.

2. Nesses 25 anos você chegou a trabalhar como atriz em algum outro momento? E hoje trabalha com quê? Conte um pouquinho da sua jornada profissional.

Após o filme, não me envolvi com nenhuma outra atividade “artística” com câmera, luz, ação. Investi mesmo foi no palco da vida real, estudando e me preparando para a trajetória corporativa. Porém, vivendo em SP há aproximadamente 8 anos, onde a cultura e a arte transpira na cidade, não deixei de frequentar os teatros, cinemas, consertos, musicais, porém, desta vez, na platéia, como espectadora. Há mais de 16 anos atuo no corporativo, especificamente em Recursos Humanos, onde venho aprimorando minha trajetória profissional no grande e prazeroso exercício de lidar com o ser humano, descobrindo potenciais talentos, desenvolvendo pessoas, fazendo parte da vida delas de alguma forma, e claro, gerando valor para o negócio onde estão inseridas.

3. E como anda a vida pessoal? Já é casada? Tem filhos? O que aconteceu de mais marcante nos últimos 25 anos? E nos últimos 5, desde a última vez que nos falamos?

Sou casada ha quase 10 anos, e ainda não tenho filhos, nem cachorros e nem papagaios… Difícil destacar o que de mais marcante aconteceu nos últimos 25 anos, hoje tenho 35. Foram muitas coisas importantes que mudaram a trajetória da minha vida e deram muito sentido para mim e para as pessoas que convivem comigo. Ter me casado com o dono do meu coração (Leo), sem dúvida, foi um divisor de águas. Ter mudado para SP e traçado uma nova fase de vida aqui trouxe muitas outras coisas importantes como consequência. Hoje tenho parte da minha família aqui em SP e alguns amigos também.

4. O que achou de ter participado do filme na época, quando criança, e hoje, já adulta, 25 anos depois? Que mensagem gostaria de deixar sobre o filme neste aniversário de 25 anos?

Ter participado do filme foi um presente que a vida me deu. Conhecer pessoas legais e ter história pra contar quando adulto, isso não tem preço. Não sou daquelas que fica assistindo o filme pra relembrar e nem espalhando que um dia fui “atriz”. Mas lembro com saudades e sou grata por ter feito parte disso. O filme, pra mim, é vivo e contemporâneo, mesmo após passados 25 anos. O roteiro belamente escrito pelo nosso querido Ziraldo mostra a vida como ela é, de verdade, com defeitos, tristeza, com fraqueza, conquistas, alegria, simplicidade e sobretudo que as pessoas não são de papel, não são binárias, nem feitas de fibra ótica ou ondas eletromagnéticas, ao contrário, as pessoas são de verdade, de carne osso, mortais, vulneráveis e acima de tudo únicas. Como já dizia o Apóstolo Paulo: “Combati o bom combate, encerrei a carreira e guardei a fé”.

 

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